Terapia integrativa para fibromialgia
Mas você nem parece doente.ouvido no trabalho
É coisa da sua cabeça.ouvido no consultório
Que frescura.ouvido em casa
Atendimento online para pessoas com fibromialgia e dor crônica, em todo o Brasil. Um acompanhamento que caminha junto com o seu tratamento médico — nunca no lugar dele.
Sem compromisso. Você conta, eu escuto.
Nota 5,0 em 36 avaliações · 5 anos online · ABRATH · CRTH-BR 20070
Você já ouviu alguma destas?
Para a família, que pergunta se hoje você acordou melhor. Para o trabalho, que não vê nada de errado. Para o médico, que olha o exame e diz que está tudo normal. E, nos dias piores, até para você.
Você não está inventando. E não está só.
O que a doença tirou
A viagem que você deixou de fazer porque não sabia como estaria no dia.
A pessoa que você reconhecia ali, e que a dor foi tirando.
“A primeira coisa que a fibromialgia roubou foi o meu sorriso.” — palavras de uma cliente.
Nenhuma dessas peças aparece em exame. Todas são reais.

Os sintomas que ninguém vê
Cada um destes tem nome e tem explicação — e eu escrevo sobre eles no blog.
Diferente como?
Eu começo pela sua história, não pelo seu exame.

Junto com o seu médico
Se você faz acompanhamento com reumatologista e usa medicação, continue. É isso que trata a dor — e é com isso que o meu trabalho conversa.
Eu cuido do que vem em volta: o que a dor faz com o sono, com a paciência, com a família, com a vontade.
Na nossa conversa eu sempre pergunto: “você já contou isso para o seu médico?” Muita gente nunca contou — nem a fadiga, nem o pé que inchou com o remédio. Parte do meu trabalho é te ajudar a levar a sua história inteira para quem trata a sua dor.
Como funciona
Nos dias ruins, não precisar sair de casa não é detalhe.

Passo 1 · O primeiro contato
Você conta. Eu escuto. A gente vê se faz sentido seguir.
Marcar minha conversa →Passo 2 · O cuidado
Por vídeo, no seu horário, no lugar onde você se sente bem.
Passo 3 · O caminho
As sessões são quinzenais. Entre uma e outra, você anota num diário as situações que julgar importantes. Parte do caminho depende de você — e eu aviso isso antes.
O que conta quem já passou por aqui
Trechos de avaliações públicas. Nenhum depoimento neste site promete resultado — cada história é uma.

Quem é a Cristiane
Atendo online, para todo o Brasil, há mais de cinco anos. Sou terapeuta integrativa registrada na ABRATH (CRTH-BR 20070), e hoje o meu foco é quem vive com fibromialgia. Trabalho com Medicina Germânica e Bioalinhamento — e explico os dois com calma, para quem quiser saber.
Eu conheço esse lugar por dentro. Sei o impacto que a dor e as limitações podem ter na nossa vida e na forma como nos enxergamos. Por isso, hoje, acolho quem vive com fibromialgia enxergando a pessoa além da dor.
Mas o que eu faço, antes de qualquer técnica, é acreditar no que você sente.
— Cristiane Ribeiro
Seus direitos
Desde janeiro de 2026, pela Lei nº 15.176, em todo o Brasil — mediante avaliação por equipe multidisciplinar.
O que isso muda: uma vez reconhecida a condição de pessoa com deficiência pelos critérios legais, passam a valer os direitos destinados às pessoas com deficiência. Só o diagnóstico de fibromialgia não basta: o reconhecimento depende de uma avaliação biopsicossocial.
Por que isso importa para o seu tratamento: a avaliação olha o impacto da doença na sua rotina e o acompanhamento que você faz. Manter o médico e a medicação não é só cuidado — é o que documenta a sua história.
Eu não sou advogada. Para orientação sobre benefícios e perícia, procure um advogado previdenciário. O que eu posso fazer é te ajudar a contar a sua história inteira — a quem precisa ouvi-la, começando por você.
Os símbolos de quem convive com fibromialgia
Símbolo das deficiências ocultas — as que não aparecem. É lei federal (nº 14.624/2023) e é reconhecido em aeroportos, supermercados e repartições. Ele não dá prioridade automática: pede compreensão e um pouco mais de tempo. Quem tem fibromialgia pode usar.
O roxo é a cor da conscientização — do Fevereiro Roxo e do 12 de maio. O laço e a borboleta que aparecem nele lembram a dor ao toque leve e a transformação de quem se reinventa todo dia, mesmo com limitações. É o símbolo de identidade das comunidades e associações.
Uso os dois aqui de propósito. Quem chega a este site já os conhece — e quem não conhece, sai sabendo.
Perguntas frequentes
Não. Trabalho junto com ele. Se você faz acompanhamento com reumatologista e usa medicação, continue.
Não — e eu nunca vou pedir isso.
Por vídeo, do lugar onde você estiver. Sem deslocamento — e nos dias ruins, isso faz diferença.
Sim. Quinze minutos, sem compromisso. Você conta, eu escuto, e a gente vê se faz sentido seguir.
São as abordagens com que eu trabalho as questões emocionais que caminham junto com a dor. Explico as duas com calma na primeira conversa — e nunca no lugar do seu tratamento médico.
Sim. A fibromialgia é mais comum em mulheres, mas não é só delas.
Depende de cada história. O que posso dizer é o que as pessoas relatam nas avaliações — sem prometer o que não posso garantir.
Não. Isso é do médico.
Sim, online, em português.
Se você busca uma solução milagrosa ou não quer participar do processo, talvez eu não seja a profissional mais indicada. Meu trabalho é terapêutico e caminha junto com outros profissionais da área da saúde.
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Pelo WhatsApp. Sem compromisso.