Terapia integrativa para fibromialgia

  • Mas você nem parece doente.ouvido no trabalho
  • É coisa da sua cabeça.ouvido no consultório
  • Que frescura.ouvido em casa

Fibromialgia
não é só dor.
É tudo o que vem depois.

Atendimento online para pessoas com fibromialgia e dor crônica, em todo o Brasil. Um acompanhamento que caminha junto com o seu tratamento médico — nunca no lugar dele.

Conversar 15 minutos, sem custo

Sem compromisso. Você conta, eu escuto.

Nota 5,0 em 36 avaliações · 5 anos online · ABRATH · CRTH-BR 20070

Cristiane Ribeiro, terapeuta integrativa

Você já ouviu alguma destas?

A parte mais cansativa não é a dor. É ter que provar que ela existe.

Para a família, que pergunta se hoje você acordou melhor. Para o trabalho, que não vê nada de errado. Para o médico, que olha o exame e diz que está tudo normal. E, nos dias piores, até para você.

Você não está inventando. E não está só.

Ilustração em giz de cera de uma pessoa usando o cordão de girassol
O cordão de girassol: o sinal de quem carrega uma condição que não aparece. Entenda os símbolos →

O que a doença tirou

Museu das coisas que a fibromialgia roubou

  • Peça nº 1

    A mala

    A viagem que você deixou de fazer porque não sabia como estaria no dia.

  • Peça nº 2

    O espelho

    A pessoa que você reconhecia ali, e que a dor foi tirando.

  • Peça nº 3

    O sorriso

    “A primeira coisa que a fibromialgia roubou foi o meu sorriso.” — palavras de uma cliente.

Nenhuma dessas peças aparece em exame. Todas são reais.

Cristiane Ribeiro sentada em seu consultório, com uma orquídea em primeiro plano

Os sintomas que ninguém vê

Não é preguiça. É fibromialgia.

Cada um destes tem nome e tem explicação — e eu escrevo sobre eles no blog.

Diferente como?

Como eu trabalho — e o que eu não faço

Eu começo pela sua história, não pelo seu exame.

O que eu faço

  • Escuto sem pressa e sem julgamento — a sua história inteira, não só o sintoma
  • Acompanho as questões emocionais que caminham junto com a dor: o cansaço, o medo, as perdas
  • Ajudo a ressignificar o que a doença mudou na sua vida
  • Trabalho junto com o seu tratamento médico

O que eu não faço

  • Não dou diagnóstico
  • Não prescrevo nem suspendo medicação
  • Não substituo médico, reumatologista ou psicólogo
  • Não prometo cura
Cristiane Ribeiro em seu consultório, durante um atendimento online

Junto com o seu médico

Se você faz acompanhamento com reumatologista e usa medicação, continue. É isso que trata a dor — e é com isso que o meu trabalho conversa.

Eu cuido do que vem em volta: o que a dor faz com o sono, com a paciência, com a família, com a vontade.

Na nossa conversa eu sempre pergunto: “você já contou isso para o seu médico?” Muita gente nunca contou — nem a fadiga, nem o pé que inchou com o remédio. Parte do meu trabalho é te ajudar a levar a sua história inteira para quem trata a sua dor.

Como funciona

Três passos. Sem deslocamento.

Nos dias ruins, não precisar sair de casa não é detalhe.

Cristiane Ribeiro atendendo online pelo notebook
  1. Passo 1 · O primeiro contato

    Uma conversa de 15 minutos, sem custo

    Você conta. Eu escuto. A gente vê se faz sentido seguir.

    • 15 minutos
    • sem custo
    Marcar minha conversa →
  2. Passo 2 · O cuidado

    Sessões online, de onde você estiver

    Por vídeo, no seu horário, no lugar onde você se sente bem.

    • por vídeo
    • no seu horário
  3. Passo 3 · O caminho

    Um diário entre as sessões

    As sessões são quinzenais. Entre uma e outra, você anota num diário as situações que julgar importantes. Parte do caminho depende de você — e eu aviso isso antes.

    • a cada 15 dias
    • o seu diário

O que conta quem já passou por aqui

Nota 5,0 em 36 avaliações. Nenhuma abaixo disso.

Trechos de avaliações públicas. Nenhum depoimento neste site promete resultado — cada história é uma.

Cristiane Ribeiro sentada, com as muletas à frente

Quem é a Cristiane

Sou terapeuta e atendo pessoas com fibromialgia.

Atendo online, para todo o Brasil, há mais de cinco anos. Sou terapeuta integrativa registrada na ABRATH (CRTH-BR 20070), e hoje o meu foco é quem vive com fibromialgia. Trabalho com Medicina Germânica e Bioalinhamento — e explico os dois com calma, para quem quiser saber.

Eu conheço esse lugar por dentro. Sei o impacto que a dor e as limitações podem ter na nossa vida e na forma como nos enxergamos. Por isso, hoje, acolho quem vive com fibromialgia enxergando a pessoa além da dor.

Mas o que eu faço, antes de qualquer técnica, é acreditar no que você sente.

— Cristiane Ribeiro

Seus direitos

Quem tem fibromialgia pode ter reconhecimento como pessoa com deficiência.

Desde janeiro de 2026, pela Lei nº 15.176, em todo o Brasil — mediante avaliação por equipe multidisciplinar.

O que isso muda: uma vez reconhecida a condição de pessoa com deficiência pelos critérios legais, passam a valer os direitos destinados às pessoas com deficiência. Só o diagnóstico de fibromialgia não basta: o reconhecimento depende de uma avaliação biopsicossocial.

Por que isso importa para o seu tratamento: a avaliação olha o impacto da doença na sua rotina e o acompanhamento que você faz. Manter o médico e a medicação não é só cuidado — é o que documenta a sua história.

Eu não sou advogada. Para orientação sobre benefícios e perícia, procure um advogado previdenciário. O que eu posso fazer é te ajudar a contar a sua história inteira — a quem precisa ouvi-la, começando por você.

Os símbolos de quem convive com fibromialgia

Dois cordões que a comunidade usa — e o que cada um diz.

Ilustração em giz de cera do cordão de girassol

O cordão de girassol

Símbolo das deficiências ocultas — as que não aparecem. É lei federal (nº 14.624/2023) e é reconhecido em aeroportos, supermercados e repartições. Ele não dá prioridade automática: pede compreensão e um pouco mais de tempo. Quem tem fibromialgia pode usar.

Ilustração em giz de cera do cordão roxo da fibromialgia, com laços e borboletas

O cordão roxo da fibromialgia

O roxo é a cor da conscientização — do Fevereiro Roxo e do 12 de maio. O laço e a borboleta que aparecem nele lembram a dor ao toque leve e a transformação de quem se reinventa todo dia, mesmo com limitações. É o símbolo de identidade das comunidades e associações.

Uso os dois aqui de propósito. Quem chega a este site já os conhece — e quem não conhece, sai sabendo.

Perguntas frequentes

O que você talvez queira saber antes.

Você substitui o meu médico?

Não. Trabalho junto com ele. Se você faz acompanhamento com reumatologista e usa medicação, continue.

Preciso parar a medicação para fazer terapia com você?

Não — e eu nunca vou pedir isso.

Como é o atendimento online?

Por vídeo, do lugar onde você estiver. Sem deslocamento — e nos dias ruins, isso faz diferença.

Tem uma primeira conversa gratuita?

Sim. Quinze minutos, sem compromisso. Você conta, eu escuto, e a gente vê se faz sentido seguir.

O que é Medicina Germânica? E Bioalinhamento?

São as abordagens com que eu trabalho as questões emocionais que caminham junto com a dor. Explico as duas com calma na primeira conversa — e nunca no lugar do seu tratamento médico.

Você atende homens?

Sim. A fibromialgia é mais comum em mulheres, mas não é só delas.

Em quanto tempo eu sinto diferença?

Depende de cada história. O que posso dizer é o que as pessoas relatam nas avaliações — sem prometer o que não posso garantir.

Você dá laudo, atestado ou relatório para perícia?

Não. Isso é do médico.

Atende fora do Brasil?

Sim, online, em português.

Quando a Cristiane NÃO é a escolha certa para mim?

Se você busca uma solução milagrosa ou não quer participar do processo, talvez eu não seja a profissional mais indicada. Meu trabalho é terapêutico e caminha junto com outros profissionais da área da saúde.

Do blog

O que eu estudo para cada pessoa que atendo.

Ver todos os artigos →

Cristiane Ribeiro sorrindo, sentada no sofá do consultório

Aqui, ninguém vai te pedir para provar que dói.

Conversar 15 minutos, sem custo

Pelo WhatsApp. Sem compromisso.